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ABIN 2004 – Cargo: Pesquisador, Classe Assistente de Pesquisa, Padrão I – Código 13

Posted by foxtrote em 27/03/2009

james-bond-3

Seguem questões de criptografia:

abin1

106) Perfeito!

E = D e Ke = Kd é exatamente o DES, aonde a chave de criptografia e descriptografia é a mesma, assim como o algoritmo.
E = D e Ke ≠ Kd é exatamente o RSA.

107) Errado. Algoritmos hashing não utilizam chaves!

108) Certo! Vale o mesmo exemplo utilizado pelo grandioso colega papacharliefox3, com exemplos com a Cifra de César.

109) Perfeito! Como disse anteriormente, a compressão de dados faz com que padrões da mensagem de texto claro sejam perdidos, fazendo com que a criptoanálise seja dificultada.

110) Errado. A AC-raiz já é a última na hierarquia. Ela assina os certificados das AC´s hierarquicamente inferiores, que por sua vez assinam certificados de terceiros. Não existe o papel de uma AC-mestre.

5 Respostas to “ABIN 2004 – Cargo: Pesquisador, Classe Assistente de Pesquisa, Padrão I – Código 13”

  1. rhino said

    Interessante a 108. Pensei que havia sistemas criptográficos nos quais mensagens distintas nunca gerariam criptogramas iguais. Pensando por absurdo, uma cifra que receba a mensagem e gere um criptograma com todos os caracteres na ordem inversa. Por exemplo:
    m = PERITO CRIMINAL FEDERAL
    c = LAREDEF LANIMIRC OTIREP
    Nenhuma outra mensagem geraria o mesmo criptograma.

  2. Felipeel said

    Pois é…essa 108 é complicada.

    Falar que QUALQUER sistema criptográfico tem essa propriedade é complicado!
    Bom, mas se o CESPE ta falando que é, então morreu. Alguém tem embasamento teórico disso?

  3. papacharliefox3 said

    Caras, sem dúvida era recurso vide ONE TIME PAD ;)

    Abraços e bons estudos!

  4. João said

    Senhores, é perfeitamente possível termos mensagens diferentes gerando o mesmo criptograma, basta termos chaves diferentes =). Isso incluio ONE TIME PAD.
    Uma mensagem M1 é cifrada usando uma chave K1 resultando em C1, uma mensagem M2 usando a chave K2 poderá resultar C1. Na decifração se você usar as chaves trocadas, não terá como resultado M1 e M2 e sim algo totalmente diferentes das mensagens originais.

  5. papacharliefox3 said

    É verdade, João! Mesmo com OTP, mensagens diferentes com chaves diferentes gerando o mesmo criptograma.

    Me confundi, a definição de ‘collision-free’ é aplicada a um sistema criptográfico – computacionalmente – difícil de possuir colisões e não em um sistema a prova (absolutamente) de colisões. Isso pode gerar uma confusão…

    Valeu pela dica!

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