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Archive for the ‘Banco de Dados’ Category

Prova 2004 REG – Banco de Dados 77-78

Posted by papacharliefox3 em 29/12/2009

Comentários

77 Todos os operadores citados existem na linguagem SQL, menos o operador de sincronização.

78 DDL signfica data definition language e DML significa data manipulation language. Assim, percebe-se que o operador INSERT não pode ser associado à linguagem de definição de dados.

Gabarito

77-E  78-E

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Prova 2002: Questão 30 Banco de Dados

Posted by papacharliefox3 em 07/10/2009

Salve! Pra fechar as questões desta matéria, em relação à prova de 2002, seguem mais comentários.

bd30

Comentários

1 O controle mandatório é basicamente definido pelo administrador, neste caso, pelo DBA, por meio de atribuições de rótulos (labels) aos objetos ou dados; o discricionário, é definido pelo próprio usuário responsável pelos dados. Tipicamente, esta tarefa é do DBA, mas, em um SGBD moderno, este papel pode ser atribuído a um determinado usuário, reduzindo-se o escopo de atuação (schema, tables, etc).

2 Perfeito. O DBA classifica (assinala, rotula) o dado, e de acordo com o perfil ou papel do usuário, este obtém acesso ao dado (objeto).

3 Acredito que neste item tenha faltado especificar a operação ou nível de liberação do usuário.

4 O item cita, basicamente, que é fundamental a prática de auditoria dos logs de operações em busca de violações de segurança. Essa exigência está em consonância com o próprio enunciado.

5 Típica questão que eu não marcaria, pelo menos de acordo com o que estudei até agora. Nunca imaginei que isso (orange/rainbow books) poderia constar em uma questão do CESPE…enfim, de acordo com minha pesquisa, encontrei a seguinte informação: sistemas classificados na categoria ou classe C referem-se a sistemas regidos pelo controle de acesso discricionário, e não mandatório como cita a questão.

Gabarito

1-C  2-C  3-E  4-C  5-E

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Prova 2002: Questão 29 Banco de Dados

Posted by papacharliefox3 em 07/10/2009

bd291
bd292

Comentários

1 É exatamente o que ocorre nas transações quando do rollback.

2 Alguns SGBDs podem ter tais características, mas, em suma, todos tratam da gerência da disponibilidade e armazenamento (repositório) de dados.

3 Acredito que, mesmo os eventos sendo não-permitidos pela política, isso não implica em geração de logs.

4 Operações permitidas podem gerar registros de logs.

5 O armazenamento pode ser feito por meio de ‘arquivões’ (dbf, etc) assim como por meio de dispositivos de armazenamento gerenciados pelo próprio SGBD (raw device, por exemplo). O restante tem mais a ver com forense de armazenamento de dados do que com BD, dado que o conceito e dificuldade se aplica a qualquer sistema, bem como aos SGBDs.

Gabarito

1-C  2-E  3-E  4-E  5-C

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Prova de 2004 Nacional: Questões de BD – 70-75

Posted by papacharliefox3 em 02/07/2009

oracleSalve, caboco!

Inicio agora mais um tópico, desta vez trata-se das primeiras questões de Banco de Dados. Este tema é praticamente certo na prova, haja vista a ocorrência nas últimas 3 provas para o cargo de perito em Informática. Não analisei todas essas questões ainda (contabilizei 13 questões, ao total), mas inicialmente, parecem ser de fácil resolução para quem já tem o mínimo de base nos assuntos envolvidos no tema, a saber: diagramas, modelagem, normalização, linguagem sql, etc. Isso não significa, em hipótese alguma, que a banca não possa elevar o nível da próxima vez (concurso para PCF?? Meu palpite agora é para depois da copa da África!).

No entanto, como não sou especialista nessa área, posso cometer alguns erros! Esteja atento para corrigi-los, algo que já aconteceu aqui. Afinal, não sou o oráculo! (Tá bom, essa foi fraca…vamos à questão!)

bd

No desenvolvimento de banco de dados (BD) relacionais, a engenharia reversa de arquivo consiste na obtenção de um modelo entidade-relacionamento (ER) a partir de listas, relatórios ou BD antigos. Considerando que, no caso do controle de vendas para um supermercado, uma possível tabela de mercadorias é apresentada acima, julgue os itens subseqüentes, com relação a banco de dados relacionais.

70 No processo de engenharia reversa de arquivos, a normalização
tem por função reagrupar informações de forma a eliminar
redundâncias de dados e permitir a obtenção de um modelo ER.

71 A tabela apresentada encontra-se na primeira forma normal.

72 Um possível esquema para descrever corretamente a tabela é
Mercado(Tipo, Fabricante, Código, Nome, Validade, Preço).
Nesse caso, a chave primária da tabela mercado é dada pela
composição das colunas tipo e código.

73 A passagem para a segunda forma normal dá-se
eliminando-se as dependências parciais na tabela. No caso
da tabela mostrada, não existem dependências parciais.

74 O modelo ER é um modelo informal que estabelece
associações entre entidades do problema que se deseja70-75
tratar.

75 O diagrama ER a seguir ilustra um modelo ER, conforme
concebido por Chen. Nesse diagrama, os retângulos
representam entidades, o triângulo representa o conceito
de generalização/especialização e o losango representa
um relacionamento entre entidades.

Nota: o diagrama está ao lado direito.

Comentários:

70 O que é engenharia reversa, afinal? Para obter um conceito mais amplo, dá uma lida aqui. Neste contexto (BD), resumidamente, estamos a falar do processo de extração do modelo conceitual a partir do modelo relacional ou de arquivos, este é citado na questão.

Para se obter um modelo relacional a partir de arquivos (BD não relacional), o primeiro passo trata da descrição do arquivo como uma tabela não normalizada. Após isso e a fim de eliminar as redundâncias, aplica-se o processo de normalização. Nada de errado até aí.

71 Na primeira forma normal não há tabelas aninhadas ou “aboletadas”, segundo o dicionário, no Ceará isso é outra coisa…, o que – não – ocorre na tabela mostrada na questão (há tabelas aninhadas). Simples assim.

72 Somente o campo código é suficiente para identificar unicamente um registro da tabela.

73 Sem viajar: se não está em 1FN, como estará em 2FN? :) A banca afirma que esta questão está certa.

74 Informal foi Imoral!

75 Peter Chen foi o caboco que inventou o modelo ER, na década de 70. A descrição está incorreta por citar “generalização” quando explica a utilização da figura do triângulo, na verdade, ele é utilizado para especialização.

Gabarito Oficial:

70-C

71-E

72-E

73-C

74-E

75-E

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Engenharia Reversa

Posted by papacharliefox3 em 17/04/2009

btSalve, caboco!

Tive a idéia de escrever este pequeno texto, apenas como um prelúdio as próximas questões que iremos comentar neste blog. Algumas dessas questões, envolvem análise de código, normalização (Banco de Dados) e alguns conceitos de reengenharia de sistemas. Um dos assuntos correlatos é a engenharia reversa.

O que é engenharia reversa, afinal? Antes de ir direto ao ponto, cabe aqui alguns comentários sobre a reengenharia, processo pelo qual é submetido qualquer tipo de sistema baseado em regras (negócio) que podem mudar. Mas, tudo pode mudar, não? Afinal, o usuário, os gerentes, as pessoas sempre exigirão mais rapidez, eficiência, etc. Até que ponto isso implica na construção de um novo sistema? É (pelo menos, era) pra que isso que algumas pessoas são muito bem pagas por aí! Enfim, esse tema engloba qualquer tipo de reengenharia, não somente de software.

Neste contexto, a abordagem está diretamente ligada à tecnologia empregada, ao tempo disponível, e sobretudo, à manutenabilidade do código. Lembrando que, não estamos falando somente de corrigir falhas ou bugs, mas de novas funcionalidades, da otimização de processos. O que acontece quando nenhuma das características de um bom software existe? Supõe-se que hoje, o mundo ainda depende de sistemas escritos há mais de 10 anos atrás, escritos sem seguir o mínimo procedimento ou prática. Aí é que pode entrar a famosa engenharia reversa.

Do mesmo modo que os chineses ‘falsificam’ um belo smartphone da SONY, transformando-o em um MP9 (última versão que tenho conhecimento), os engenheiros de software também o fazem com seus frankensteins sistemas. O que seria do Samba (não é o do crioulo!) sem ferramentas como um sniffer, um debugger, um disassembly? Ele não seria. Só teríamos o CIFS da Microsoft! Ou você acha que o Bill publicou RFC e o código-fonte documentado do Windows? Na verdade, ele é um expert em engenharia reversa, não? O produto desta se revela tão bom quanto a origem, principalmente, quando falamos de Active Directory, LDAP, Kerberos e afins, concordam? (melhor parar com este exemplo por aqui, os comments são liberados e podem ser anônimos!)

O processo de engenharia reversa busca atingir um nível de abstração de tal maneira que, a partir das informações extraídas, tem-se conhecimento suficiente a fim de especificar o fluxo de dados de um sistema, de onde o dado vem, onde é armazenado, de que tipo ele é, etc. Lógico que, o resultado desse proceso depende do nível de abstração alcançado ou pretendido. Enfim, entender o que o software faz, sua estrutura, seu modo de operação e comportamento; isso tudo é parte do processo de engenharia reversa.

O que esperar de futuras questões sobre este tema? Um cenário ou somente teoria? Deixe seus comentários. Até a próxima!

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