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Prova 2002: Q.33 Linguagens de Programação

Posted by papacharliefox3 em 06/11/2009

Salve, concurseiros!

33

Comentários

1 Compilador nada mais é que um programa que lê um código escrito em uma linguagem fonte e o traduz em um código (equivalente) em outra linguagem. Este não é necessariamente executável.

2 O código de montagem gerado pelo compilador é traduzido em código de máquina, entretanto este processo nõ ocorre somente em compiladores de linguagens de baixo nível.

3 Item anulado pela banca. Com esse monte de informações contidas no texto fica fácil arrumar justificativas que anulam o item. O carregador ou ligador é responsável pela carga e edições de ligações, colocando o código de máquina relocável em memória.

4 Em Java, bytecode não é código-fonte, diferentemente do que acontece com Perl.

5 Mais um item anulado. Muito texto, mais chance de anulações, enfim, sem comentários aqui…

Gabarito

1-C  2-E  3-X  4-E  5-X

X = anulada

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Prova de 2002 – Q.32 Programação

Posted by papacharliefox3 em 04/11/2009

Salve!

Na prova de 2002, cobrou-se apenas duas questões de conhecimento em Linguagens de Programação, cada uma com 5 itens. Segue abaixo a primeira:

32Comentários

1 Mais uma vez o ‘geralmente’ causa polêmica. Essa palavra não cabe na afirmação. Existem 2 tipos de casting nas duas linguagens (em C++ existem até operadores de casting):  implícitos e explícitos. O casting explícito não é uma exceção assim como o implícito não acontece ‘geralmente’.`

2 Toda classe em Java (declarada por meio da palavra class) é derivada da classe object. Sem classes não seria possível implementar as características comuns de linguagens orientadas a objeto.

3 A existência de ponteiros implica em aritimética de ponteiros (manipulação de endereços de memória) , o que não é equivalente as referências em Java. Estas se referem a instâncias de classe, enquanto ponteiros (em C++) se referem a endereços de memória.

4 Ponteiros do tipo void podem apontar para valores de qualquer tipo, assim ele é utilizado no casting de ponteiros ‘genéricos’. Run Time Type Information (RTTI) permitem a descoberta do tipo de um objeto quando há necessidade de casting, por exemplo, por meio do operador dynamic_cast, o que gera mais segurança ao código.

5 Assim como as variáveis, as funções também são instruções persistidas na memória e que podem ser referenciadas em C e C++.

Gabarito

1-E  2-C  3-E  4-C  5-C

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